Pular para conteúdo principal
Página inicial do Ponto Frio
Conteúdo principal
pontofrio.com.brLivrosHistória em Quadrinhos, Cards e RPGsOutros Quadrinhos

Um grande acordo nacional

(Cód. Item 1582540158)

Outros produtos EDITORA ELEFANTE

Vendido por UMLIVRO e entregue por PontoFrio

por R$ 64,00

ou em até 6x de R$ 11,42 com juros (1.99% a.m)

Em Um grande acordo nacional, o jornalista em quadrinhos Robson Vilalba mistura uma tentativa de entrevistar Dilma Rousseff em Curitiba, a busca pessoal por entender as razões que levaram à destituição da primeira presidenta do Brasil e a reconstituição dos episódios mais relevantes da trama golpista que deixou a população atenta ao noticiário político em 2015 e 2016. O título faz referência ao diálogo entre o empresário Sérgio Machado e o então senador e futuro ministro Romero Jucá, um dos principais artífices da ascensão do vice decorativo Michel Temer ao poder: com o Supremo, com tudo. O autor imprime sinceridade e perplexidade à narrativa gráfica enquanto resgata cenas das Jornadas de Junho; do humilhante 7 a 1 na Copa do Mundo; da trajetória da jurista Janaína Paschoal; da operação Lava Jato; do protagonismo do deputado Eduardo Cunha; e da esdrúxula votação do impeachment na Câmara, entre outros momentos decisivos para a queda de Dilma.***Do precipício bolsonarista, Robson Vilalba olha atônito, escreve em formato de relato e desenha indignado o thriller de terror que engolfou o Brasil em 2016 e parece seguir, em tombos diários, rumo ao fundo do poço. Seus traços frenéticos precisos, mas propositalmente desconfortáveis, retorcidos , pintam um país que parece ter entrado coletivamente naquela velha cabine do Silvio Santos: Você troca desemprego a 5% por desemprego de 15%, com metade da população na informalidade? SIM! Você troca Mais Médicos por um estoque de 18 anos de cloroquina? SIM! Você troca a indústria nacional pelo rentismo? SIM! Você troca Paulo Freire por Olavo de Carvalho? SIM! Você troca pedalada fiscal por genocídio? SIM! O que nos levou a esse rol de escolhas desatinadas? Em que lixeira da década passada descartamos o bom senso? Por que não soubemos interpretar, por mais literal que fosse, um processo de impeachment plantado na indignação de um playboy-dono-da-bola; cultivado nas pautas-bomba de um gângster; e germinado sob discursos etéreos em d