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Os livros registram que Nicolau Flamel,
nascido em 1330, em Pontoise, na França, foi o maior alquimista de sua época, o
único homem que possivelmente conseguiu produzir a Pedra Filosofal e, por
conseguinte, o Elixir da Vida (eterna). Algo que lhe permitiria estar vivo até
os dias de hoje, embora documentos comprovem sua morte em 1418. Sua tumba,
porém, foi encontrada vazia – o que suscita a questão: e se a lenda for
verdade? Eis o mote do qual o escritor Michael Scott lançou mão para criar a
aventura de O alquimista,
que alcançou a prestigiada lista de mais vendidos do jornal The New York Times na
categoria infanto-juvenil.
Considerado um dos mais bem-sucedidos
autores da Irlanda, ele traz, neste primeiro título da série Os Segredos de
Nicolau Flamel, um vilão disposto a destruir o mundo em que vivemos. Para
tanto, o maléfico dr. John Dee precisa pôr as mãos no Livro de Abraão, o Mago,
que guarda justamente o segredo da vida eterna e que possibilitou ao famoso
alquimista francês permanecer vivo até agora, beirando, portanto, os 380 anos.
Durante séculos, Flamel e sua esposa,
Perenelle, lutaram contra o mal, que a raça dos Antigos quer impingir ao nosso
planeta, varrendo a humanidade de toda a face terrestre sem que ela sequer se
dê conta. O Livro de Abraão, contudo, acaba sendo roubado e Perenelle, raptada.
Sem o saber grafado em suas páginas, não restará outro caminho ao casal senão
envelhecer, murchar e morrer. De acordo com uma antiga profecia, os jovens
irmãos Sophie e Josh Newman são os únicos que podem salvar o mundo da
aniquilação.
Para Nicolau Flamel, um homem que fora –
segundo o próprio, em seu diário – médico e cozinheiro, livreiro e soldado,
professor de línguas e farmacêutico, oficial de justiça e ladrão, e, acima de
tudo, “alquimista”, não há queda sem suor e sangue. Enquanto ele ainda for
imortal, lutará com todas as forças. Afinal, por detrás da mística de uma
lenda, há um homem.