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A Instauratio Magna - Grande Instauração ou Grande Renovação - foi publicada por Bacon em 1620. Em sentido estrito, a Instauratio é um livro muito breve, constituído por um "Proêmio", uma "Epístola dedicatória", um "Prefácio" e um "Plano do Trabalho". Conformando a Segunda Parte da Instauratio, o Novum Organum - texto que hoje conhecemos como um livro independente - foi publicado junto com o breve Esboço de uma história natural e experimental (todas essas partes estão traduzidas no livro). O objetivo de Bacon neste texto programático é altamente ambicioso; estabelecer fundamentos totalmente novos para as ciências e as artes, e prover a humanidade de um método que lhe possibilite renovar o conhecimento e restaurar seu domínio sobre a Natureza. Este é o texto mais lido e estudado de Francis Bacon. Nele, o autor deixou como herança para as gerações posteriores vários 'enigmas' a serem resolvidos sobre suas ideias e sua época, entre eles - Qual foi o papel do método baconiano na Revolução científica? Qual foi a influência de Bacon na conformação da comunidade de pesquisadores? Qual sua importância para a articulação da ideia de progresso? Suas ideias são o germe do suposto niilismo e desencantamento do mundo contemporâneo? A Instauratio Magna - e com ela o Novum Organum - é também a expressão mais vívida de uma época de esperança e otimismo. Nesse livro, Bacon impõe um paralelismo entre as bem-sucedidas viagens de descoberta geográfica de Colombo e as viagens de descoberta intelectual possibilitadas por seu método. Os barcos do conhecimento dos quais Bacon fala em suas páginas ultrapassam orgulhosos as míticas colunas que simbolizavam o limite humano do conhecimento, abrindo caminho a um novo mundo e a uma nova forma de existência.