Nesta obra, a autora analisa a obra do dramaturgo português Helder Prista Monteiro, considerado pela historiografia teatral um dos representantes do teatro do absurdo produzido em seu país. O dramaturgo também esteve engajado nas discussões sobre teatro e literatura, e foi, em 1976, um dos sócios fundadores da Associação Portuguesa de Escritores antiga Sociedade Portuguesa de Escritores, destruída pela polícia política do regime ditatorial, a Pide (Polícia Internacional de Defesa do Estado) e, de 1974 a 1990, secretário geral da Sociedade Portuguesa de Escritores Médicos.