A cada dia que passa, mais e mais, as empresas são comparadas a seres vivos, pois só eles têm gravado na sua essência, no seu DNA, a capacidade de sobrevivência, crescimento e perpetuação. Os seres vivos são intuitivos, flexíveis, inteligentes e fortemente mobilizados pelos impulsos do ambiente externo. Extremamente adaptáveis, reagem com prontidão instintiva, pois estão conectados ao mundo interno e externo, e em constante processo de aprendizagem e transformação, sem, no entanto, perder a sua identidade básica. Igualmente, essas são as características organizacionais, ou os diferenciais competitivos definitivos, que as empresas estão procurando incorporar no seu dia a dia para fazer frente aos desafios da competitividade e da globalização, que tende a se acelerar ainda mais. O desafio que se apresenta nesse contexto é: como incorporar, nas empresas, as características orgânicas ou de seres vivos?