“Apesar de ser uma intérprete da dor, as poesias de Eva transformam desespero em esperança; transformam dor em amor; transformam negação em rebeldia e desnudam, para o leitor, a possibilidade de construirmos um mundo mais humano e, equânime, capaz de acolher as diferenças e fazer delas o ponto de união entre os povos, entre os seres e entre os saberes. Ouvir-ler os poemas de Eva Potiguara é descortinar o caminho a ser percorrido, mas também é um bálsamo capaz de abrir nossos olhos para o novo, para o outro, para nós. Desejo que a leitura deste livro tenha causado ao leitor e à leitora a mesma sensação de sublimação que despertou em mim”. (Trecho do posfácio escrito por Daniel Munduruku) Marca: Não Informado