A menina desperta com o sol tocando as paredes de barro e corre, descalça, pela vegetação até a casa de seu amigo Adun - o ancião do vilarejo e guardião das histórias antigas. Entre o aroma da feijoada e a brisa que atravessa a casa em forma de casco de tartaruga-leopardo-africana, ele compartilha uma lembrança profunda de sua infância. Ao perceber a dor em suas palavras, a menina oferece... o que tem de mais puro: sua presença, seu afeto e uma dança que cura. Uma dança que resgata memórias, honra os ancestrais e transforma tristeza em ternura. Um conto poético sobre empatia, memória e força ancestral, que toca leitores de todas as idades. Marca: Não Informado