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Um rito de confraternização entre ricos e pobres para celebrar valores como amizade, amor e compaixão: é desta forma que os dicionários costumam descrever o que é “ágape”, uma celebração feita em uma refeição de povos primitivos cristãos em forma de rito eucarístico.
No entanto, diferentemente dos dicionários, Padre Marcelo Rossi busca ampliar o significado da palavra em sua obra homônima e recorre à língua grega para torná-lo mais abrangente. Desta forma, “ágape” assume também o significado de amor divino, seja ele na forma de inspiração ou do amor de Deus pelos seus filhos.
Em busca de estímulo pela boa palavra e ensinamentos, Padre Marcelo Rossi encerra cada um de seus capítulos com uma oração do Evangelho de São João e convida o leitor a uma reflexão sobre o real significado do amor divino, que deve estar presente no cotidiano de maneira mais frequente.

Devido à beleza e delicadeza da estrutura literária e pela forma com que o apóstolo “convida” o leitor para vivenciar a situação descrita ao invés de simplesmente narrar a vida de Jesus, Padre Marcelo Rossi justifica a escolha do Evangelho de São João e realça o seu papel na construção do significado do “ágape”.
Com dez álbuns de estúdio lançados e mais de 11 milhões de cópias vendidas em todo o Brasil, o Padre Marcelo Rossi tornou-se um verdadeiro fenômeno midiático e líder da renovação carismática no final dos anos 90. Em Ágape, o padre aventura-se pela segunda vez na literatura e demonstra o mesmo sucesso.
A busca pelo real significado do “ágape” com referências cotidianas não são as únicas preocupações do Padre Marcelo Rossi em seu livro. Com orações no final de cada capítulo, ele estimula o leitor a uma reflexão e incentiva cada vez mais a leitura da palavra de Deus.
O Estudo da Bíblia pode parecer algo difícil para muitas pessoas devido à sua linguagem e complexidade. Neste caso, a leitura de Ágape pode ser uma maneira mais leve e orientada de estudar a palavra de Deus, já que esta é uma das preocupações do Padre Marcelo Rossi em sua escrita.


O sucesso dos ensinamentos do Padre Marcelo Rossi, conhecidos por meio das telas da TV e das ondas do rádio, agora está disponível também nas páginas impressas. O Livro Ágape, lançado pela Editora Globo, é sucesso de vendas em todo o país e alcançou o primeiro lugar do ranking de livros mais vendidos da revista Veja.
Através de reflexões sobre passagens do Evangelho de São João, o Padre Marcelo Rossi busca conexões com a contemporaneidade pela evocação de exemplos como Madre Tereza de Calcutá e Zilda Arns, que reinterpretam e ilustram o significado do amor divino traduzido pela Bíblia.
Com prefácio redigido pelo professor, escritor e político brasileiro Gabriel Chalita, Ágape e o Evangelho de São João foram as escolhas feitas pelo Padre Marcelo Rossi para incentivar a reflexão e a leitura constante da Bíblia, além de oferecer linguagem atraente e de fácil compreensão da passagem da vida de Jesus Cristo.
Em seu livro Ágape, com prefácio de Gabriel Chalita, o sacerdote católico tece suas reflexões sobre passagens do Evangelho de são João e convida o leitor a enveredar por inspiradas orações Os dicionários definem a palavra "ágape" como a refeição promovida pelos primitivos cristãos a fim de celebrar o rito eucarístico. O rito confraternizava ricos e pobres em torno de ideais como amizade, caridade, amor. Em ÁGAPE, livro lançado pela Editora Globo, padre Marcelo Rossi retoma e amplia o sentido original do conceito: "Ágape é uma palavra de origem grega que significa o amor divino. O amor de Deus pelos seus filhos. E ainda o amor que as pessoas sentem umas pelas outras inspiradas nesse amor divino", assinala no texto de introdução do volume. Com sua abordagem de comunicação moderna, original e leve, padre Marcelo leva conforto espiritual e ensinamentos da Igreja Católica para milhões de brasileiros por meio de programas de rádio e TV. O estilo claro, direto e sereno que o transformou em fenômeno midiático está impregnado, agora, em ÁGAPE, obra literária em que o autor apresenta trechos selecionados do Evangelho de são João e os reinterpreta à luz do significado do amor divino no mundo contemporâneo. Madre Teresa de Calcutá e Zilda Arns são alguns exemplos evocados pelo sacerdote para ilustrar as manifestações do ágape, seja pela via da caridade, seja na forma do amor ao próximo, sem exigências nem cobranças. O amor ágape, salienta o autor, não é contemplativo nem se encerra no indivíduo, mas exige ação pessoal e ação interpessoal. Mais do que se apresentar como estudo teológico sobre os escritos narrados pelo apóstolo, o livro tem explícita intenção oracional. Nesse sentido, trata-se de um diálogo entre o autor, na condição de padre, e seus filhos em busca da boa palavra. Cada capítulo do volume se encerra com uma oração envolvendo os temas ali examinados pelo autor, como a convidar os leitores para um momento de introspecção e de acolhimento das mensagens de Jesus segundo são João. A escolha do Evangelho de são João entre tantas outras possibilidades dentro da Bíblia é justificada por padre Marcelo pela beleza da estrutura literária e pela impressionante delicadeza com que são descritos os momentos da vida de Jesus – como se o apóstolo não se contentasse em apenas narrar os fatos, mas quisesse nos trazer para dentro da situação descrita. Compartilhar a beleza das narrações do evangelista com os leitores é outro dos objetivos declarados do autor, que busca, com ÁGAPE, incentivar cada vez mais a leitura da Palavra de Deus. No prefácio escrito para a obra, Gabriel Chalita acrescenta: "O convite que padre Marcelo nos faz com este livro é exatamente este, que sejamos bons! Que a leitura de trechos da vida de Jesus nos ajude a compreender melhor esse Homem extraordinário que foi capaz de superar a lei e apresentar a razão da própria lei: a pessoa humana. Jesus surpreendeu e surpreende. Seu olhar apaixonante nos impulsiona a desacreditar de teses que nos apresentam um mundo mesquinho, materialista, egoico."