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Som para o carro: entenda os alto-falantes automotivos

Pelo Pinguim, direto do E-Glu

Se você leu a matéria sobre som para automóveis viu que qualquer sistema de som é composto por dois componentes principais: a fonte sonora (ou seja o aauto-rádio, MP3 ou DVD Player do carro) e os alto-falantes.

Agora, vamos discutir os tipos de alto-falantes que existem e como escolhê-los. De novo, existem muitos mitos e informações erradas circulando pela internet. Você pode acreditar que precisa de um tipo determinado de alto-falante quando, na verdade, não precisa.

Entendendo o som

O som, qualquer som (dentro ou fora do carro) é causado por vibrações do ar. Entender como ele funciona é crucial para comprar o alto-falante certo.

Quando você fala, o ar vibra nas suas cordas vocais. Quando um carro passa roncando pela rua, é porque seu motor está vibrando. Um violão só faz barulho porque uma corda está vibrando e transferindo essa vibração para o ar.

Som ar vibração diapasão

A vibração que sai do emissor precisa, portanto, viajar pelo ar e chegar aos nossos ouvidos. É o ar vibrando que transmite o som até nós. Na verdade, o ar vibrando é o próprio som. Essa é uma informação importante. Guarde-a para mais adiante.

Graves, médios e agudos

Essa vibração também indica a altura - ou, em termos populares, a “finura” ou “grossura” do som. Quanto mais rápida a vibração, mais fino - ou agudo. Exemplos de sons agudos, fininhos, são o tilintar de moedas e os “ardido” pratos de uma bateria.

Da mesma forma, quanto mais lenta essa vibração, mais grosso - ou grave - é o som. Os sons “pesadões” produzidos pelo contrabaixo ou por uma explosão dentro do filme, esses são os graves.

Entre os graves e os agudos existe uma outra faixa, chamada de médios. Nos sons médios encontramos a parte nobre da música, como a voz humana ou a guitarra elétrica.

graves medios agudos

Frequência

Lembra-se de que o som é vibração? E que quanto mais rápida a vibração, mais agudo o som? Pois bem, podemos expressar essa “rapidez de vibração” em números. Podemos contar quantas vezes a corda do violão (por exemplo) vibrou durante um segundo. Essa vibração vai passar para o ar e nós vamos ouvir.

Esse número de vezes que o ar vibra é chamado de frequência e é medido em Hz (lê-se Hertz). Quando a corda do tal violão está vibrando 1048 vezes por segundo, dizemos que está vibrando a 1048 Hz (mil e quarenta e oito hertz). A propósito, isso é uma nota Dó.

Um alto-falante, para poder reproduzir o som do violão (que esteja gravado num CD, por exemplo), precisa poder “tocar” essa frequência - ou seja, precisa conseguir vibrar nessa velocidade. Essa informação também é importante. Guarde-a com carinho junto com a outra.

As frequências de graves, médios e agudos

O ouvido humano não escuta todas as frequências. Na verdade, ele escuta um intervalo (ou faixa) bem definido, que vai de 20 Hz a 20.000 Hz. Acima de 20.000 Hz (ou, para simplificar, 20 kHz - lê-se vinte quilohertz) nenhum humano escuta, mas outros bichos como os morcegos e os cães escutam muito bem.

Para o som do seu carro, só o que interessa é essa faixa de 20 Hz a 20 kHz (alguns especialistas gostam de se referir a ela como vinte a vinte). Entretanto, é muito difícil um sistema de som conseguir reproduzir toda essa faixa. Mesmo um conjunto de som de alta fidelidade na sala de sua casa terá dificuldades, quanto mais o rádio do carro...

Na prática, as músicas não chegam a possuir sons em todo esse espectro de frequências. Para o automóvel, é aceitável que se reproduza as frequências começando em 80 Hz e indo até mais ou menos 12 kHz.

Mais que isso não é necessário: os sons agudos acima de 12 kHz serão mascarados pelo barulho do motor. Os sons graves abaixo de 80 Hz até seriam ouvidos, mas precisam de um alto-falante muito grande - e espaço é algo que os carros não costumam ter.

Voltando às faixas do som, já dentro dessa faixa mais razoável, podemos dividir os graves, médios e agudos pelas frequências correspondentes:

  • Graves: do mínimo que conseguir até 200 Hz
  • Médios: entre 200 Hz e 3 kHz
  • Agudos: de 3 kHz em diante, até no mínimo 12 kHz

Alto-falantes

O alto-falante (e não auto-falante como alguns escrevem) é o que chamamos de transdutor, ou seja, o elemento que vai transformar o sinal elétrico vindo do auto-rádio em ondas sonoras no ar.

Para fazer isso, ele possui um cone - que pode ser de papel ou outro material. Esse cone age como um trator. Quando o cone vibra (ou seja, desloca-se para frente e para trás bem rápido), empurra e puxa o ar, fazendo-o vibrar também.

Alto-falante cone vibração transdutor

Os alto-falantes não são todos a mesma coisa. Eles costumam ser nomeados de acordo com a “altura” ou faixa de frequência que reproduzem (ou seja, a “finura” ou “grossura” do som que eles emitem). Quando você for comprar os alto-falantes para seu carro, vai precisar de modelos que cubram toda a faixa audível - ou, pelo menos, de 80 Hz a 12 kHz, sem nenhum “buraco” no meio.

Os tipos de alto-falante comuns

Para aplicações gerais (som de casa, som em shows, som ambiente) há três tipos básicos de alto-falantes.

Há os tweeters (e não twitter, twetter ou “tuíta”) responsáveis pelos sons agudos. São alto-falantes pequenininhos - normalmente têm cone de ¾ de polegada, ou de 1 polegada.

Os mid-ranges são responsáveis pelos sons médios como a voz humana ou a guitarra elétrica. Eles têm tamanho no meio do caminho entre o tweeter e o próximo tipo, o woofer - algo entre 2 e 4 polegadas.

E, por fim, os graves, que são os sons “pesadões”, ficam a cargo de um alto-falante maior chamado de woofer. Às vezes o woofer é chamado de bass speaker. Eles têm tamanho de 8 polegadas ou mais, podendo chegar a 12, 15 ou mesmo 18 polegadas.

Alto-falante Woofer Mid Range Tweeter Residencial

O grande segredo de montar ou reunir um bom conjunto de alto-falantes é comprar unidades que se complementam. Por exemplo, se o mid range só responder até 2 kHz e o tweeter só começar a “falar” de 4 kHz para cima, fica um “buraco” entre 2 e 4 kHz que nenhum alto-falante está reproduzindo. O resultado é que alguns instrumentos que estão na música (ou até a voz do cantor) podem ficar bem baixinhos ou, simplesmente, não aparecer.

Os tipos de alto-falantes automotivos

Para formar uma boa “imagem sonora”, deve haver uma boa separação (distância) entre os canais esquerdo e direito, mas os três tipos de alto-falantes devem ficar próximos entre si - ou seja, tweeter, mid range e woofer do lado direito devem ficar juntinhos, enquanto lá do outro lado da sala ou do carro, outro conjunto deve ficar reunido também.

Por conta do espaço (ou falta dele), não dá pra ter no carro tantos alto-falantes assim. No som da sua casa, é provável que você tenha todos esses tipos de alto-falantes instalados nas caixas acústicas - três para cada caixa, vezes duas caixas num sistema estéreo, são seis alto-falantes.

Mas, no carro, pela questão de espaço, usamos alto-falantes especiais.

Tamanho dos alto-falantes automotivos

O tamanho (na realidade, o diâmetro) dos alto-falantes é normalmente medido em polegadas. Para automóveis, os tamanhos padronizados são 4, 5 e 6 polegadas para modelos redondos e 6x9 para modelos elípticos (“ovais”).

Alto-falante Woofer Mid Range Tweeter oval redondo

Quanto maior o alto-falante, melhor ele renderá nos sons graves. Um alto-falante muito pequeno, de 4 ou 5 polegadas, precisa de ajuda para que consigamos ouvir esses graves. Já um de 6x9 tem graves convincentes - à custa de um pouco de distorção no som.

Mas não somos nós que escolhemos o tamanho do alto-falante, e sim o carro.

Preste atenção nisso: os automóveis modernos já possuem locais ou nichos específicos para a instalação de alto-falantes. Por isso, você não pode comprar qualquer um e sim aquele que serve, que encaixa no lugar reservado a ele. Veja, na página de alto-falantes do Pontofrio.com, quantos tamanhos diferentes existem.

Quando for comprar um alto-falante para o carro, portanto, preste atenção no tamanho apropriado para o local onde será instalado. Veja no manual do carro, procure você mesmo os locais de instalação e, caso não chegue a nenhuma conclusão, peça a ajuda do profissional de instalação de som.

Furação para os parafusos dos alto-falantes automotivos

Outra coisa que você deve observar, além do tamanho, é a furação do alto-falante, para colocação dos parafusos de fixação. Ela tem que combinar com a furação do seu carro.

Alguns falantes têm uma furação padrão, e às vezes isso implica em furar a lataria do carro para fixá-los (os carros são todos fora do padrão...).

Outros alto-falantes já vêm com a furação específica de um carro. É possível que seu carro já possua, na loja, falantes especiais para ele. Por exemplo, se você tem um Fiat Palio ou Siena do modelo novo, pode comprar o Arlen 803.1 sem medo.

Alto-falante automotivo triaxial Arlen 803.1 Fiat Palio

Há ainda alto-falantes que tentam “adivinhar” a furação do seu carro, oferecendo todas as possibilidades de furos para os parafusos - como o Xplod XS GT1730BR, da Sony.

Alto-falante automotivo triaxial Xplod XS GT1730BR Sony

O alto-falante mid bass

Normalmente, nos falantes para carros, a parte de graves e de médios, juntos, são reproduzidos por um só alto-falante, em vez de dois. Esse falante ainda é chamado de woofer, mas também é conhecido por outro nome: mid bass. Ele não responde aos graves mais profundos como o woofer faz, desde os 40 Hz, mas começa um pouco mais acima, aos 100 Hz. Só que, em vez de parar nos 200 Hz, ele reproduz até a faixa de médios, parando lá pelos 3 kHz.

Os agudos, dos 3 kHz em diante, continuam sendo reproduzidos em separado por um tweeter.

Um exemplo muito bom de midbass está no kit da Selenium, o 62V2A. O conjunto vem com um par deles (um direito e um esquerdo), de 6 polegadas, que respondem, segundo o fabricante, desde os 70 Hz até 5 kHz.

Alto-falante automotivo kit midbass divisor crossover Selenium 62V2A

Na prática (por conta de limitações meio complicadas de explicar aqui), qualquer mid bass (de qualquer marca) é usável, dentro do carro, de uns 100 Hz até 3 kHz - cobrindo a maior parte da faixa de graves e de médios.

O tweeter automotivo

O mesmo kit 62V2A da Selenium possui também um tweeter incluído. Esse tweeter é uma peça separada do mid bass e possui inúmeras bases de fixação nas quais se encaixa. Assim, é possível colocá-lo em praticamente qualquer automóvel sem modificar nada na carroceria e painéis do veículo.

A vantagem de usar um kit com mid bass e tweeter é que o fabricante já se preocupou em “casá-los”. No caso do 62V2A, o mid bass funciona até 3 kHz, e o tweeter daí para diante. Não há buracos no espectro de frequências. O tweeter responde de 3 kHz até 20 kHz.

Se você comprar tudo separado, o que é possível, iria ter que escolher você mesmo um mid bass e um tweeter que combinassem entre si. Há dois tipos de tweeters: os dinâmicos (magnéticos) e os piezoelétricos (“a cristal”).

Dentre os tweeters dinâmicos podemos destacar os modelos da tradicional Arlen. Um deles, o ST324, responde de 3 kHz a 20 kHz e é bem potente (80 W RMS). Segundo o fabricante, ele “combina” com qualquer alto-falante que responda até os 4 kHz. É o caso do Arlen 867.1 MAX: ele não é um mid bass - tem 10 polegadas - mas casa bem com o ST324.

Alto-falante automotivo tweeter separado Arlen TWE 2T

Os tweeters piezoelétricos (ou simplesmente piezo) são mais baratos que os dinâmicos e menorzinhos, mas a qualidade de som não é tão boa. Por serem menores, são mais fáceis de instalar em qualquer cantinho do carro - como o BL2 da Bomber, de 80 W.

Alto-falante automotivo tweeter separado piezo Bomber BL2

Alto-falantes coaxiais

Mesmo os tweeters piezoelétricos sendo minúsculos, nem sempre é possível instalá-los no carro sem abrir buracos na porta ou no painel. Às vezes, o carro já vem de fábrica com nichos de instalação para o mid bass mas não para o tweeter.

Para resolver a parada, há um tipo de falante especial chamado de alto-falante coaxial, que possui tweeter e mid bass integrados na mesma peça. Um exemplo é este kit coaxial da Pioneer, o TS-G1702i.

Alto-falante automotivo tweeter separado piezo Bomber BL2

Há ainda opções chamadas de triaxiais, com woofer, mid range e tweeter integrados, como o Sony Xplod XS-GT1330BR.

Alto-falante automotivo tweeter separado piezo Bomber BL2

Mas há uma ressalva: apesar da extrema qualidade sonora dos atuais coaxiais e triaxiais, você ainda consegue uma pureza de som bem maior com um tweeter separado do mid bass. Os coaxiais são uma solução de compromisso devido ao pequeno espaço reservado aos alto-falantes no seu carro.

Divisores de frequência, ou crossovers

Quando você instala um alto-falante coaxial, não precisa se preocupar com nada - basta ligá-lo no rádio e pronto.

Mas os conjuntos com tweeter separado do mid bass precisam de um componente externo, que vai ligado no meio do caminho entre eles e o auto-rádio. É o divisor de frequências, também conhecido pelo nome estrangeiro de crossover.

A função do divisor de frequências (ou crossover) é - como o nome já diz - dividir o som nas faixas de frequência apropriadas, entregando só os graves e médios para o mid bass e apenas os agudos para o tweeter.

Jamais ligue tweeters dinâmicos em paralelo com o alto-falante, sem usar o divisor! O som fica horrível e você corre o risco de queimar o tweeter.

Lembra do kit 62V2A, da Selenium? Olha ele aqui de novo: o bichinho possui um par de crossovers (um para o canal esquerdo, um para o direito) que divide direitinho as frequências que vão para o mid bass e as que vão para o tweeter do conjunto.

Tweeters piezoelétricos não precisam de divisor - mas a qualidade do som não é tão boa.

Mas e o tal do subwoofer?

Qualquer que seja o alto-falante automotivo (desde os de 4 polegadas até os 6x9) podem funcionar muito melhor - e oferecer um som muito mais límpido - se você tirar deles o fardo de reproduzir os graves. Para isso, você deve instalar um subwoofer - e deve contratar um profissional para fazê-lo direito.

Os subwoofers, como o Tornado, da Selenium, são bem maiores que os mid bass. Seus tamanhos começam em 8 polegadas e podem chegar a 15! Quanto maiores, mais graves obviamente.

Alto-falante automotivo subwoofer divisor crossover Selenium Tornado

A pegadinha é: seu MP3 ou DVD player do carro precisa, necessariamente, ter previsão para subwoofers, já que eles serão instalados numa terceira via separada dos outros alto-falantes. Olhe na traseira do seu rádio, ela deve ter três saídas: uma para o midbass (ou coaxial) esquerdo, outra para o midbass (ou coaxial) direito, e uma terceira só para o subwoofer. Na dúvida, leia o manual.

Se não houver essa previsão, você precisará de um crossover com saída para subwoofer e um amplificador externo para isso (veja matéria sobre som automotivo).

Outra pegadinha é que os subwoofers, para melhor desempenho, têm que ser instalados em caixas acústicas. Cada subwoofer tem um modelo e tamanho de caixa apropriado - consulte o manual do alto-falante para saber qual. Não instale o subwoofer em qualquer caixa, pois se esta tiver o tamanho errado pode prejudicar o som e, em alguns casos, queimar o alto-falante. Leia sempre o manual.

Som “para fora”

No reino do som automotivo, há duas tribos. Uma das tribos quer o som no carro para ouvir música enquanto dirige. É a tribo do “som para dentro”. E existe a tribo que deseja transformar o carro num trio elétrico, para sonorizar um evento (uma churrascada, por exemplo) usando o automóvel. É a turma do “som para fora”.

Alto-falante automotivo som fora PA

Não é nosso objetivo aqui falar sobre o som para fora - o assunto merece uma matéria exclusiva. Mas se tudo o que você quer é som de qualidade para ouvir dentro do carro, nossas dicas são:

  • Você não precisa de corneta nem driver: o conjunto corneta+driver substitui o mid range nas médias frequências e servem para “cuspir” o som para longe. Elas só servem para o som “para fora”. Dentro do carro você não quer o som longe, e sim o quer bem pertinho;
  • Você não precisa de muitos alto-falantes: basta um tweeter e mid bass por canal (esquerdo/direito). No máximo dois por canal, se for colocar alto-falantes atrás também. Mas nada de ter dezesseis alto-falantes espalhados pelo carro. O mesmo vale para subwoofer: basta um para o carro todo.
  • Você não precisa de muitos amplificadores: é possível que você não precise de nenhum. Mas se quiser um pouco mais de potência, um só basta.
  • Você não precisa de bateria externa: elas servem para alimentar a enorme potência (milhares de Watts) do “som para fora”. Seus comportados 100 W ou mesmo 300 W do “som para dentro” estarão seguros com a bateria original do seu carro.

Se você, pelo contrário, quer montar um “som para fora” no seu carango, aguarde nossa matéria exclusiva sobre o assunto. O que podemos adiantar, desde já, é que você deve tomar cuidado com o que lê pela internet e escuta dos “entendidos” por aí. Tem muita gente falando bobagem a respeito, e você pode terminar gastando muito dinheiro à toa.

Alto-falante automotivo som fora PA

Qual deles escolher?

Depois de ler toda esta matéria e entender o que cada componente faz, e também como eles devem ser ligados, aqui vai um roteiro simplificado de como escolher seu alto-falante automotivo:

  • 1. Antes de mais nada, peça ajuda ao instalador de som. Ele pode orientá-lo.
  • 2. Defina o que você quer do seu som. Vai instalar um novo ou melhorar o existente?
  • 3. Se for instalar um som novo, veja no manual do carro onde eles são instalados e quais são os modelos apropriados.
  • 4. Se for instalar também um subwoofer, verifique o tamanho da caixa acústica e veja se ela cabe no seu carro - melhor é dentro do carro mas, em último caso, no porta-malas.
  • 5. A potência dos falantes deve ser compatível com a do rádio.
  • 6. Se você usar um amplificador externo e ele for muito potente (mais de 50 W por canal) a potência dos alto falantes deve ser de metade da potência do canal (se o amplificador for de 200 W, o alto-falante tem que ser de 100 W RMS). Por incrível que pareça isso protege o alto-falante.
  • 7. Não compre alto-falantes por impulso, sem planejar. Você pode gastar muito dinheiro e acabar com o som ruim mesmo assim.
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